Digital Foundry: Jogamos Batman Arkham Knight

É triste ver que os grandes jogos desta geração não cumpram as promessas no lançamento – a mentalidade “lança agora, corrige mais tarde” tem sido frequente, mas a Rocksteady felizmente não aderiu isso em Batman Arkham Knight. Jogamos extensivamente o código de análise no PlayStation 4 e ficamos felizes por ver que o jogo está pronto para ser lançado num estado muito refinado e polido. Sendo esse o final da saga Arkham, é uma produção soberba que entrega uma experiência suave e estável com uma performance sólida no lançamento.

Teremos uma análise completa em breve, mas entretanto oferecemos uma amostra da performance na versão para PS4. Os vídeos rodam em um PS4 debug da Sony, com o código que a Rocksteady confortavelmente cedeu aos jornalistas antes do lançamento. Sendo assim, verão o nome Eurogamer familiar nas capturas – a Warner Bros. não foi capaz de providenciar um código limpo.

Primeiro, tal como a maioria dos jogos de mundo aberto nesta geração, Arkham Knight está bloqueado a 30fps, apoiado por v-sync adaptável. Funciona bem na prática: ao contrário dos jogos da geração anterior que usavam um esquema similar, quedas abaixo de 30fps no PS4 são raras. Isto significa que o tearing apenas surge excepcionalmente, em cenas cheias de físicas ao conduzir o Batmóvel. Felizmente o screen-tear é difícil de ver, devido ao tom escuro de Gotham.

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