Blizzard apresenta Overwatch, sua nova franquia

overwatch

A Blizzard é em muitos aspectos parecidíssima com a Apple. Assim como a empresa da maçã ela nunca adianta nada do que tem em mente (estou desconsiderando vazamentos por razões óbvias), apenas chega um belo dia surge com algo novo que ninguém esperava. Assim como ela, a Blizzard também não se concentra em tatear no escuro tentando ser inovadora. Ao invés disso ela absorve experiências e criações de outras companhias, as aprimora e entrega um produto de primeiríssima qualidade, fruto de anos de um trabalho minucioso, onde cada detalhe, cada píxel, cada polígono é cuidadosamente escovado, lapidado e lustrado.

Foi assim com Heroes of the Storm, que é um MOBA divertido e bem mais trabalhado do que seus concorrente DotA e League of Legends. Também foi assim com Hearthstone: Heroes of Warcraft, que é um passo além de tudo o que já foi feito com CCGs anteriores, como a franquia Magic: The Gathering e Shadow Era. E agora chega a vez de mirar no FPS, seguindo a fórmula da Valve com a franquia Team Fortress com Overwatch, sua nova IP anunciada ontem na Blizzcon.

 

Numa primeira olhada, Overwatch se parece uma mistura muito bem sucedida das obras da Pixar (principalmente Os Incríveis) com os games da Valve, com o toque adicional da qualidade já experimentada da Blizzard em títulos anteriores. O game segue a fórmula de Team Fortress 2, em que dois times compostos por várias classes de heróis de digladiam em uma área fechada. Há dois tipos de objetivos:uma equipe precisa acumular o maior número de pontos conquistando território enquanto a outra se defende, e outro onde uma carga precisa ser levada do ponto A para o ponto B, enquanto a segunda equipe precisa impedir a primeira, da mesma forma que os mapas payload de TF2.

A diferença é que os mercená… digo, os heróis de Overwatch possuem habilidades específicas e outras especiais, que são liberadas conforme o dano causado ou com o tempo. O game é todo em primeira pessoa, mas a ação de algumas dessas habilidades colocam a perspectiva em terceira pessoa. Os personagens se divem em quatro classes: ofensivos (como Tracer e Reaper), defensivos (Widowmaker; Torbjörn), tanques, (Winston, Reinhardt) e suporte (Symmetra, Mercy). Alguns possuem características bem interessantes: Symmetra por exemplo pode criar portais e teleportar seus aliados para diversos lugares do mapa. É possível conferir uma prévia do gameplay dela e de outros personagens no site oficial.

A meta da Blizzard é atrair o jogador que até hoje se diverte com Team Fortress 2, apresentando uma jogabilidade refinada e com identidade própria, em partidas rápidas e divertidas que podem ter reviravoltas inesperadas, já que esse é o principal foco de Overwatch.

Aos interessados, o beta fechado de Overwatch (que será lançado para Windows e OS X) se iniciará em 2015. Você já pode se inscrever entrando no site oficial.

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