Acho que nunca conheceremos todo o universo do Elite: Dangerous

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Muito tem sido dito nos últimos meses sobre a grandiosidade do universo que poderemos explorar no No Man’s Sky, mas o que talvez algumas pessoas não saibam é que já existe outro jogo no mercado com um gigantesco mundo virtual e coincidência ou não, ele também é um simulador espacial.

Lançado há pouco mais de um mês, Elite: Dangerous tem fascinado os apaixonados pelo gênero, permitindo que eles explorem toda a Via Láctea e quando digo isso, estou falando de uma recriação precisa, com mais de 400 bilhões de sistemas solares disponíveis!

De acordo com o pessoal da Frontier Developments, até agora apenas pouco mais de 615 mil desses sistemas foram encontrados no jogo e como em média 17.585 deles estão sendo descobertos diariamente, isso significa que neste ritmo seriam necessários 150.985 anos para os jogadores conseguirem explorar toda a galáxia presente no jogo.

É claro que conforme o tempo for passando e mais pessoas adquirirem o simulador, esse prazo será consideravelmente diminuído, mas ainda assim existe uma grande possibilidade de que nunca vejamos todo o universo virtual disponível no Elite: Dangerous sendo descoberto, o que num título do gênero acho que pode ser considerado uma qualidade.

Criação de David Braben e responsável por ressuscitar uma série que há 30 anos não via um novo lançamento, o jogo conseguiu seu financiamento coletivo em 2013 e foi muito bem recebido pela crítica, mas embora eu esteja morrendo de vontade de jogá-lo, ainda aguardo seu lançamento no Steam ou uma bela redução no preço que está sendo cobrado por ele.

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