Artigo: Dez anos depois de God of War

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Em meados dos anos 2000, Kratos era tudo o que a Sony sempre quis para o PlayStation – um mascote maduro liderando uma série que tinha experimentado uma ascensão meteórica para o alto escalão de jogos de ação, ou seja, Kratos era exatamente rosto dessa mudança. Depois de anos de tentativas, finalmente a Sony teve um personagem que poderia ficar de igual para igual com Mario (Nintendo) e Master Chief (Microsoft).

Mas é engraçado como as coisas mudam. Hoje, God of War é principalmente uma reflexão tardia. God of War: Ascension, o último grande lançamento da série, conseguiu mover apenas 360 mil cópias no lançamento – um declínio acentuado em comparação com as mais de 1 milhão de cópias de God of War 3 vendidas no lançamento. No último dia 22 de Março, foi comemorado o 10º aniversário do lançamento do jogo original na América do Norte, que nos deixou a sensação de que a série teve um bom curso, com um Kratos furioso através de todo o panteão grego. Mas após todo esse tempo ainda há algum destino para o Espartano?

É difícil esquecer o quão impressionante o primeiro God of War foi. Uma narrativa ambiciosa, misturando imagens surpreendentes e um contexto onde Kratos vai em busca de vingança. Ele chegou em um período rico para narrativas de jogos de vídeo. Com a tecnologia melhorando rapidamente, e os desenvolvedores como Kojima (Metal Gear Solid 3), a Valve (Half-Life 2), e a Rockstar Games (Grand Theft Auto: San Andreas) começaram a abordar histórias mais ambiciosas. Havia um sentimento de que os jogos tinham chegado, que os mesmos estavam amadurecidos ao ponto que as narrativas poderiam coincidir com a tecnologia.

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